Resumen
O sentido da causalidade e da probabilidade, em Max Born, é referenciado como interpretação ortodoxa da Mecânica Quântica, que teve implicações na leitura de Copenhague. Não parece ser o sentido neopositivo no âmbito da filosofia da física. Mas, na leitura probabilística de Max Born está presente a causalidade, considerando-se a probabilidade como elemento real, recaindo no mundo dos “invariantes observacionais”, criando nova leitura fenoménica da “realidade quântica”, permitindo uma reconciliação entre os aspectos corpuscular e o ondulatório. Os conceitos da Mecânica Quântica, estranhos e análogos, desenvolvem-se a partir das ideias clássicas, tal como Max Born elaborou na sua leitura probabilística.
Citas
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BORN, M. – “Continuity, Determinism and Reality”, in: Dan Math. Medd., 30, 2 (Copenhague, 1955), 16-76.
SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. – Princípios da Física, Volume IV, tradução do inglês,
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BORN, M. – My Life Recollections of a Nobel Laureate, Charles Schribner’s Sons, New York, 1978, 16-88.
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BORN, M.; EINSTEIN, A. – Correspondência 1916-1955, Siglo XXI, Editores,México, 1973, 210- 211.
BORN, M. – Physics in my Generation, 1955, 97-100.
BORN, M. – Natural Philosophy of Cause and Chance, Dover Publications, New York, 1964, 127- 130.
Cf. BROCK, S. – L’attualità di Aristótle, Armando Editore, Roma, 2000, 16-62.

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